Uma empresa que prefere
perguntar antes de propor
A Pindorama nasceu da observação de que muitas empresas brasileiras acumulam tarefas manuais não porque não existem ferramentas adequadas, mas porque ninguém fez ainda a pergunta certa sobre o que merece atenção primeiro.
Como a Pindorama surgiu
A Pindorama começou em Curitiba, em 2021, quando dois profissionais com trajetórias distintas — um com experiência em operações industriais, outro em desenvolvimento de software — passaram a trabalhar juntos em projetos de melhoria de processos para empresas médias do Paraná.
O que chamou atenção durante esse período não foi a falta de tecnologia disponível, mas a dificuldade das equipes em saber onde aplicá-la. A maioria das empresas tinha acesso às ferramentas, mas não tinha clareza sobre quais tarefas realmente valiam o esforço de automação.
Esse diagnóstico virou o ponto de partida para os serviços que oferecemos hoje. Em vez de vender soluções prontas, começamos pelo levantamento: ouvir as pessoas que executam as tarefas, entender o volume e a variabilidade de cada processo, e só depois sugerir o que faz sentido para aquele contexto específico.
Desde então, atendemos equipes de diferentes setores — desde distribuidoras logísticas até escritórios de serviços profissionais — sempre com o mesmo ponto de partida: entender antes de propor.
O que nos move
Reduzir o tempo que equipes dedicam a tarefas repetitivas, de forma que as pessoas possam se dedicar ao que exige julgamento e criatividade — e que as organizações possam tomar essa decisão com mais informação do que tinham antes.
Clareza antes de velocidade. Documentação antes de expansão. Autonomia do cliente como objetivo final.
Curitiba, Paraná — com atendimento remoto para todo o Brasil.
Empresas com 20 a 200 colaboradores que querem começar com clareza, não com promessas.
As pessoas por trás do trabalho
Rafael Almeida
Quinze anos em melhoria de processos industriais e de serviços. Responsável pelo levantamento de tarefas e pela estruturação dos inventários com as equipes clientes.
Cláudia Souza
Engenheira de software com experiência em arquitetura de sistemas e integração de ferramentas de IA em ambientes corporativos. Lidera as implementações técnicas e a documentação de arquitetura.
Marcos Figueiredo
Educador corporativo com foco em adoção de tecnologia por equipes não técnicas. Conduz as sessões práticas nos programas de integração e acompanha o período de ajuste pós-lançamento.
Padrões que seguimos em todo projeto
Escopo documentado antes do início
Cada projeto começa com um documento de escopo escrito e acordado. Nenhuma atividade começa sem que ambas as partes saibam exatamente o que está incluído.
Proteção de dados desde a concepção
As configurações de acesso e armazenamento são discutidas antes de qualquer implementação, seguindo os princípios da LGPD e as políticas internas do cliente.
Rastreabilidade em cada entrega
Toda resposta gerada por sistemas de IA que implementamos inclui a fonte consultada. Nenhum resultado chega ao usuário sem que ele possa verificar de onde veio a informação.
Documentação técnica entregue ao cliente
A arquitetura de cada solução implementada é documentada em linguagem acessível para que a equipe interna possa consultar e manter sem depender de nós.
Critérios de monitoramento definidos
Antes do encerramento de cada projeto, acordamos com a gestão quais indicadores serão acompanhados e como identificar se algo precisa de ajuste.
Período de ajuste incluído
O Assistente de Conhecimento inclui um mês de ajuste após o lançamento. É o período em que problemas reais — que não aparecem em testes — costumam surgir.
Por que o diagnóstico vem antes da tecnologia
A integração de inteligência artificial nos processos de uma empresa não começa pela escolha da ferramenta. Começa pela compreensão de quais tarefas consomem mais tempo, quais têm baixa variabilidade e quais têm dados organizados o suficiente para que um sistema automatizado funcione bem.
Esse levantamento — o que chamamos de Inventário de Tarefas — é o ponto de partida de todo o nosso trabalho. Ele envolve conversar com as pessoas que executam as tarefas, não apenas com quem as gerencia, porque são elas que conhecem as exceções, os retrabalhos e os pontos onde o processo realmente trava.
A partir desse mapa, fica mais fácil decidir se faz mais sentido construir um assistente de conhecimento para consulta interna, integrar dois ou três processos com um programa de capacitação, ou simplesmente ajustar a forma como as informações já existentes estão organizadas.
O que queremos evitar é o caminho inverso: começar pela tecnologia e descobrir depois que ela não se encaixa na realidade do dia a dia da equipe. Essa é a origem da maioria dos projetos de automação que não chegam a ser usados.
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